História do CEDIS
Da origem como Laboratorio Fabrica de Software a um centro com parcerias, projetos e plataformas de impacto em pesquisa e inovacao.
Uma década construindo software e conhecimento
Totais acumulados desde 2013 — a produção contínua que reflete o que fazemos: pesquisa, formação e desenvolvimento com resultado concreto.
- 14anos ativosdesde 2013
- 328publicações totaisartigos, livros, teses e dissertações
- 1registros e patentessoftware e propriedade intelectual
- 21produtos digitaisaplicações e ferramentas
- 7pesquisadoresdocentes ativos
- 230orientações registradasconcluídas e em andamento
Números atualizados automaticamente a partir da base de dados do site.
Nasce o Laboratório Fábrica de Software (lab FSw), com a proposta de unir formação, pesquisa e desenvolvimento em Engenharia de Software na Universidade de Brasília.
Desde o início, o grupo se posiciona como um espaço de experiência prática para estudantes, conectando software, processos e inovação em um ambiente real de P&D.
Com a entrada de novos pesquisadores e a ampliação da atuação do grupo, o laboratório adota o nome Centro de Estudos, Desenvolvimento e Inovação em Software, o CEDIS.
O novo nome traduz melhor a ambição do centro: transformar conhecimento em pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e articulação institucional.
Em 2020, o CEDIS amplia sua presença em impacto social com o lançamento do Software para o Bem (SpB), durante a 20ª Semana Universitária da UnB.
O marco reforça uma vocação que passa a definir o centro: usar software, colaboração multidisciplinar e extensão para responder a demandas reais da sociedade.
No mesmo ano, o centro contribui pela primeira vez para a infraestrutura digital da própria UnB: uma dissertação instrumenta o Barramento de Serviços da UnB com monitoramento, dando visibilidade à espinha dorsal que conecta os sistemas acadêmicos. Iniciam-se ainda os projetos BioCloud, DOARTI, App Parkinson e a linha de Cloud/IoT/Sistemas Distribuídos — abrindo frentes em bioinformática, terceiro setor e computação distribuída.
O centro publica o SAGA, Sistema de Acompanhamento e Apoio à Gestão Acadêmica — seu primeiro produto próprio disponibilizado publicamente no portal. É um passo simbólico: o CEDIS passa a assinar não apenas pesquisa, mas também plataformas em produção.
No mesmo ciclo, o centro adere ao Programa A3M de inovação pedagógica e aprendizagem ativa e inicia o projeto de Transformação Digital de Serviços Públicos, ampliando a interface entre pesquisa aplicada e a Administração Pública.
Em 2023, o CEDIS consolida sua projeção internacional com o primeiro acordo de cooperação firmado em Portugal, em novembro. No mesmo ano, o centro lança o produto MAGRA, voltado à previsão de evasão na graduação, e publica o livro “Indicadores de Aprendizagem” — trabalho que rende, ainda em novembro, menção honrosa em inovação no ensino aos professores envolvidos.
Além das parcerias nacionais, o repositório registra a conexão do CEDIS com o VISTA Lab, da Universidade de Évora, em Portugal.
Essa articulação amplia a presença internacional do centro e reforça sua capacidade de dialogar com redes externas de pesquisa e inovação.
Em 2024, o CEDIS aparece no repositório como um centro já consolidado em projetos cooperativos, com destaque para DFCris e Canal Ciência, em parceria com o IBICT.
No mesmo ciclo, a equipe conquista projeção internacional: uma bolsista do CEDIS apresenta trabalho na ICCSA 2024, no Vietnã, e o projeto Canal Ciência recebe o prêmio de melhor artigo da conferência.
O ano também marca o lançamento do Contextus em janeiro e do MoodleGam em agosto, e traz mais um reconhecimento internacional: prêmio de melhor paper no IEEE ITHET 2024, em Paris.
Em 2025, o projeto Alvorecer Feudal recebe Menção Honrosa no Prêmio Anual de Inovação no Ensino de Graduação da UnB (DEG/UnB) — primeiro reconhecimento institucional interno de peso. O centro publica os produtos Super R, voltado à disciplina de Requisitos de Software, e Nativo, aplicativo dedicado à preservação linguística indígena.
Ainda em 2025, Evidentia e OctaAnalysis são formalizados como projetos de pesquisa dedicados, preparando o terreno para os lançamentos do ciclo seguinte, e o curso de Engenharia de Software da UnB recebe a equipe de Gamificação do Banco do Brasil — ponto simbólico de conexão com a indústria.
O CEDIS entra em uma fase de consolidação tecnológica ainda mais visível. O Contextus avança como um dos marcos desse ciclo, fortalecendo o reconhecimento institucional da produção do centro.
Em fevereiro, o INPI concede ao Contextus o primeiro registro formal de programa de computador do CEDIS (processo BR512026000889-1) — marco na proteção da propriedade intelectual do centro.
Em março, o Evidentia Review reforça a atuação do CEDIS em pesquisa baseada em evidências, com uma plataforma voltada ao planejamento, condução e relato de revisões sistemáticas com colaboração e rastreabilidade.
Já o OctaAnalysis projeta a atuação do centro em gamificação e learning analytics, oferecendo uma base digital própria para desenhar, acompanhar e analisar experiências educacionais e colaborativas.
Uma nova onda de produtos derivados de TCCs e pesquisas amplia o portfólio: DevDog, Atloria, EduTrack, Git Ranking e o Deck Manager — este último, primeiro produto do CEDIS com política de privacidade por design em conformidade com a LGPD. O reconhecimento pela comunidade brasileira de pesquisa vem com o aceite de artigos no SBES 2026 (DevDog) e no SBIE 2026 (EduTrack), e o centro inicia um novo projeto com o MCTI voltado à gestão informacional do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Juntos, Contextus, Evidentia Review e OctaAnalysis mostram um CEDIS maduro, com ativos próprios em inteligência aplicada, colaboração científica, gamificação e suporte avançado à pesquisa.
