Prevenção ao Abuso Sexual Infantil
Aplicativo mobile gamificado para crianças de 4 a 10 anos, alinhado às cartilhas do projeto Eu Me Protejo, para apoio à autoproteção e à prevenção do abuso sexual infantil. Registro de programa de computador concedido pelo INPI em 2026.

Descrição do Produto
Prevenção ao Abuso Sexual Infantil é um produto tecnológico registrado em 2025 no Currículo Lattes do Prof. George Marsicano Corrêa . O software é um aplicativo mobile gamificado voltado a crianças de 4 a 10 anos, com uso mediado por pais, responsáveis ou educadores, cujo objetivo é apoiar a aprendizagem e a educação preventiva sobre autoproteção e prevenção do abuso sexual infantil (ASI), servindo como recurso lúdico para engajar as crianças com o conteúdo das duas principais cartilhas do projeto Eu Me Protejo.
Registro INPI
Em 2026, o software recebeu certificado de registro de programa de computador concedido pelo INPI, referente ao processo BR512026005122-3. O registro formaliza a proteção jurídica do sistema por 50 anos, conforme a Lei nº 9.609/1998, e reforça o reconhecimento institucional da produção tecnológica associada ao programa Software para o Bem . Mais detalhes na notícia sobre o registro .
Construção e Alinhamento
A solução foi construída a partir de pesquisa-ação com especialistas, seguida de definição de requisitos e desenvolvimento com práticas de gamificação e linguagem simples, mantendo-se alinhada aos materiais validados do projeto Eu Me Protejo. O resultado complementa iniciativas tradicionais de prevenção — como materiais educativos existentes — oferecendo um recurso adaptado ao público infantil.
Contexto Social e Diferenciais
O contexto de aplicação é a prevenção do ASI, tema sensível e complexo, com impactos duradouros, e cuja prevenção depende fortemente de educação e conscientização. O aplicativo usa tecnologia mobile e gamificação para tornar o conteúdo mais acessível e engajador, apoiando a difusão do material educativo já consolidado do projeto, com potencial de uso gratuito por escolas e famílias (viés de democratização do acesso). Diferente do formato textual e tradicional das cartilhas, propõe engajamento por gamificação e elementos lúdicos, mantendo aderência a materiais validados — o que mitiga riscos de inadequação de conteúdo.
Perspectivas Futuras
- Melhorias de interface e usabilidade (por exemplo, aumentar área de toque de botões e dar mais destaque visual às perguntas).
- Suporte de áudio para textos (acessibilidade para crianças com dificuldade de leitura).
- Expansão das trilhas pedagógicas para outros aspectos de autoproteção e segurança infantil.
- Inclusão de narrativas interativas para aprofundar engajamento (explorando Core Drives do Octalysis).
- Avaliações longitudinais com amostras maiores e diversificadas.
- Integração contínua com psicologia para refinar feedbacks emocionais.
- Validação e adaptação para faixas etárias menores (4–7 anos), já que a validação prática ocorreu sobretudo com 8–10 anos.
- Ajustes adicionais de UX e gamificação (personalização de avatar, feedback “tente novamente”, revisão da seção de emblemas).
Vinculação Acadêmica
- Victor de Souza Cabral (desenvolvimento do produto)
- Nelzimar Maria Batista da Costa Ribeiro (co-autora do registro)
- Patricia Saldanha Marinho de Almeida (co-autora do registro)
- Thaís Garofa Arouche da Silva (co-autora do registro)
- Prof. George Marsicano Corrêa (orientação e acompanhamento acadêmico)
- Software para o Bem (linha institucional relacionada)
- Titular: Fundação Universidade de Brasília (UnB)
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